Latin America - International Council on Clean Transportation https://theicct.org/region/latin-america/ Independent research to benefit public health and mitigate climate change Thu, 05 Jun 2025 17:39:22 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.1 https://theicct.org/wp-content/uploads/2022/01/favicon-150x150.png Latin America - International Council on Clean Transportation https://theicct.org/region/latin-america/ 32 32 The potential of Brazilian ports as renewable marine fuel bunkering hubs https://theicct.org/publication/the-potential-of-brazilian-ports-as-renewable-marine-fuel-bunkering-hubs-june25/ Thu, 05 Jun 2025 17:39:22 +0000 https://theicct.org/?post_type=publication&p=63915 This study assesses Brazil’s potential in supplying renewable marine fuels to the international shipping sector, providing a guideline for future investments and policy initiatives aimed at accelerating the decarbonization of maritime shipping.

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Building on Brazil’s abundant renewable energy resources and strategic geographic location, this study assesses the country’s potential to become a global leader in supplying renewable marine fuels to the international shipping sector. We analyze the readiness of Brazilian ports to support the production, bunkering, and deployment of renewable hydrogen and its derivatives, such as renewable ammonia and renewable methanol, laying the groundwork for establishing green shipping corridors. 

Key findings include: 

  • Identification of six candidate ports: Three public ports (Santos, Rio Grande, and Itaqui) and three private ports (Porto do Açu, Pecém, and Navegantes) could serve as potential renewable marine fuel bunkering hubs. Public ports generally scored higher in infrastructure, strategic location, and connectivity.
  • High port readiness: Santos, Latin America’s largest port, ranked high in four out of five readiness criteria, while Porto do Açu and Itaqui demonstrated strong performance across all categories except access to offshore wind energy. All six candidates received readiness scores between 3.5 and 4.4 (on a 1–5 scale).
  • Feasibility of renewable fuel usage on major shipping routes: Among 10 sample trade routes connecting these ports to key domestic and international markets, five could be completed with renewable liquid hydrogen (RE-LH2) in fuel cells without refueling. All routes are feasible using renewable ammonia (RE-NH3) and renewable methanol (RE-MeOH) in internal combustion engines, eliminating the need for mid-route refueling.
  • Estimated fuel and energy demand: To support zero-emission shipping on these routes, between 1,785 and 1,911 tonnes of renewable hydrogen are required—equivalent to a renewable electricity demand of 82 to 92 GWh. For context, this represents just 0.1% of the annual output of Itaipu, Brazil’s largest hydroelectric power plant, and approximately 0.2% of Brazil’s planned renewable hydrogen production.
  • Current ship traffic emissions: In 2023 alone, vessels operating on these sample routes are estimated to have consumed over 4,449 tonnes of fuel and emitted approximately 13,862 tonnes of CO₂ per trip. Operational efficiency varied by route, indicating opportunities to prioritize the most efficient routes for early deployment of zero-emission vessels.   

This pre-feasibility assessment demonstrates the significant potential of Brazilian ports to serve as renewable marine fuel hubs, offering both economic and environmental benefits. By quantifying the potential bunkering demand and analyzing port readiness, this study provides a guideline for future investments and policy initiatives aimed at accelerating the decarbonization of maritime shipping. 

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Hubs verdes: o potencial dos portos brasileiros no fornecimento de combustíveis marítimos renováveis https://theicct.org/publication/hubs-verdes-o-potencial-dos-portos-brasileiros-no-fornecimento-de-combustiveis-maritimos-renovaveis-jun25/ Thu, 05 Jun 2025 17:35:28 +0000 https://theicct.org/?post_type=publication&p=63917 Este estudo avalia o potencial do Brasil no fornecimento de combustíveis marítimos renováveis para o setor de transporte marítimo internacional, oferecendo um guia para futuros investimentos e iniciativas políticas voltadas a acelerar a descarbonização do transporte marítimo.

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Fazendo uso da alta disponibilidade de recursos de energia renovável do Brasil e sua localização geográfica estratégica, este estudo avalia o potencial do país para se tornar um líder global no fornecimento de combustíveis marítimos renováveis para o setor de transporte marítimo internacional. Analisamos a capacidade dos portos brasileiros para apoiar a produção, o abastecimento (bunkering) e o uso de hidrogênio renovável e seus derivados, como amônia renovável e metanol renovável, estabelecendo as bases para a criação de corredores marítimos verdes. 

Principais conclusões incluem: 

  • Identificação de seis portos candidatos: Três portos públicos (Santos, Rio Grande e Itaqui) e três portos privados (Porto do Açu, Pecém e Navegantes) poderiam servir como potenciais centros de abastecimento de combustíveis marítimos renováveis. Os portos públicos, em geral, obtiveram pontuações mais altas em infraestrutura, localização estratégica e conectividade. 
  • Alta capacidade portuária: Santos, o maior porto da América Latina, teve alto desempenho em quatro dos cinco critérios de prontidão, enquanto o Porto do Açu e Itaqui apresentaram desempenho sólido em todas as categorias, exceto no acesso à energia eólica offshore. Todos os seis portos candidatos receberam pontuações de prontidão entre 3,5 e 4,4 (em uma escala de 1 a 5). 
  • Viabilidade do uso de combustíveis renováveis em rotas marítimas importantes: Entre 10 rotas comerciais de amostra, conectando esses portos a mercados domésticos e internacionais chave, cinco poderiam ser percorridas com hidrogênio líquido renovável (RE-LH₂) em células de combustível, sem necessidade de reabastecimento. Todas as rotas são viáveis utilizando amônia renovável (RE-NH₃) e metanol renovável (RE-MeOH) em motores de combustão interna, eliminando a necessidade de reabastecimento no meio da rota. 
  • Estimativa de demanda de combustível e energia: Para viabilizar o transporte marítimo de zero emissões nessas rotas, seriam necessárias entre 1.785 e 1.911 toneladas de hidrogênio renovável, o que corresponde a uma demanda de eletricidade renovável entre 82 e 92 GWh. Para contextualizar, isso representa apenas 0,1% da produção anual de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do Brasil, e aproximadamente 0,2% da produção planejada de hidrogênio renovável no país. 
  • Emissões atuais do tráfego marítimo: Apenas em 2023, estima-se que as embarcações operando nessas rotas de amostra tenham consumido mais de 4.449 toneladas de combustível e emitido aproximadamente 13.862 toneladas de CO₂ por viagem. A eficiência operacional variou conforme a rota, indicando oportunidades para priorizar as rotas mais eficientes na implantação inicial de embarcações de zero emissões.  

Esta avaliação de pré-viabilidade demonstra o potencial significativo dos portos brasileiros para atuarem como centros de combustíveis marítimos renováveis, oferecendo benefícios econômicos e ambientais. Ao quantificar a demanda potencial de abastecimento e analisar a capacidade portuária, este estudo fornece um guia para futuros investimentos e iniciativas políticas voltadas a acelerar a descarbonização do transporte marítimo. 

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Cuantificación de las emisiones de gases de efecto invernadero evitadas por autobuses eléctricos en Colombia https://theicct.org/cuantificacion-de-las-emisiones-de-gases-de-efecto-invernadero-evitadas-por-autobuses-electricos-en-colombia-jun25/ Wed, 04 Jun 2025 15:09:56 +0000 https://theicct.org/?p=63681 Este blog presenta un análisis de los beneficios climáticos que trae la transición hacia estos autobuses, compara las emisiones de gases de efecto invernadero generadas por autobuses eléctricos, de gas natural y de diésel a lo largo de su vida útil, y calcula cuántas emisiones podrían evitarse con una adopción de autobuses eléctricos.

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Colombia ha avanzado significativamente en la incorporación de autobuses eléctricos (BEBs) en su sistema de transporte público, y ahora es uno de los países líderes en movilidad sostenible en América Latina. Bogotá cuenta con 1.486 autobuses eléctricos de las 1.590 unidades que tiene el país.   

Colombia ha impulsado la descarbonización del transporte urbano a través de la Ley 1964 de 2019, la cual exige la incorporación progresiva de autobuses de cero emisiones en los sistemas de transporte público, con el objetivo de alcanzar el 100% de la flota para el año 2035, con metas intermedias del 60% hacia el año 2031. Adicionalmente, la Ley 2294 de 2023, en su artículo 172, establece un mecanismo de cofinanciación por parte del gobierno central, que permite “la financiación entre un 40 y 70% de proyectos de sistemas de transporte público de pasajeros.” Debido a este mecanismo, otras ciudades del país—Medellín, Ibagué, Santa Marta, Montería, Sincelejo y Armenia—han realizado pilotos con buses eléctricos liderados por la Alianza ZEBRA. 

Este blog tiene como objetivo cuantificar los beneficios climáticos de la transición hacia autobuses eléctricos. Compara las emisiones de gases de efecto invernadero (GEI), expresadas en dióxido de carbono equivalente (CO2e), a lo largo del ciclo de vida de autobuses eléctricos a batería, a gas natural vehicular (GNV) y diésel, para calcular las emisiones de GEI que pueden evitarse mediante la electrificación de la flota.   

El Consejo Internacional de Transporte Limpio (ICCT, por sus siglas en inglés), colíder de la Alianza ZEBRA junto con C40, ha desarrollado una metodología simplificada de análisis de ciclo de vida. Esta metodología considera las emisiones de GEI producidas durante la vida operativa de un autobús, incluyendo tanto las emisiones asociadas a la fabricación y el mantenimiento (ciclo vehicular), como las derivadas de la producción y el uso de combustible y electricidad (ciclo energético). Más detalles sobre el alcance de este análisis se encuentran en un documento de trabajo publicado en 2024.  

En la Tabla 1 se resumen los datos sobre las características operativas de los autobuses, presentando los promedios de América Latina. La tabla enumera los valores medios de las distancias recorridas anualmente, la capacidad de la batería, el consumo de energía de los BEBs, así como el consumo de energía equivalente para autobuses a diésel y GNV. Estos datos se presentan para los cuatro tipos y tamaños de autobús considerados en este análisis.  

Tabla 1. Características operativas medias de vehículos estándares

AutobúsLongitudCapacidad (pasajeros)Distancia anual (km/año)Capacidad de batería (kWh)Consumo de energía (kWh/km [MJ/km])Consumo de energía equivalente en diésel y GNV (MJ/km)Consumo de energía equivalente en GNV (MJ/km)
Buseta/busetón8–11 m40–6062.5542480,92 [3,31]12,413,8
Padrón12 m8067.2963351,36 [4,90]18,520,8
Articulado18 m16071.3845351,76 [6,34]25,830,8
Biarticulado27 m24071.3846451,81 [6,94]31,240,8

En cuanto al chasis y los sistemas de propulsión, tanto de autobuses eléctricos a batería como de combustión interna, se aplicó un factor fijo de emisión de 6,6 kg CO2e/kg. Se supone que todos los vehículos utilizan baterías de litio-ferrofosfato con ánodo de grafito, con emisiones equivalentes a 58 kg CO2e/kWh y una densidad de batería de 0,14 kWh/kg.  

La metodología considera una vida útil fija de proyecto de 15 años para BEBs, con un recambio de batería previsto tras siete u ocho años de funcionamiento. Por lo tanto, el cálculo tiene en cuenta las emisiones equivalentes a la fabricación de un BEB y dos baterías. Para mantener un periodo de análisis comparable en los autobuses con motor de combustión interna, que normalmente operan durante 10 años, la herramienta considera las emisiones equivalentes a la fabricación de 1,5 autobuses con motor de combustión interna. 

Las emisiones de mantenimiento se basan en los factores de emisión de autobuses urbanos de 12 m de longitud. Estos factores son de 52,4 g CO2e por kilómetro recorrido por vehículo (vkm, por sus siglas en inglés) para autobuses con motor diésel, de 70,1 g CO2e/vkm para autobuses a GNV y de 67,5 g CO2e/vkm para autobuses eléctricos. 

Las emisiones del ciclo de combustible y electricidad incluyen aquellas generadas por la producción y el consumo de energía utilizada por el vehículo, ya sea combustible fósil, biocombustible o electricidad. Estas emisiones se clasifican en dos fases: del pozo al tanque, que corresponden a las emisiones generadas durante la producción de combustible y electricidad, y del tanque a la rueda, que son emitidas por el tubo de escape durante la combustión del combustible. En Colombia, la red eléctrica es mayoritariamente hidroeléctrica; el país cuenta con una de las intensidades de carbono en generación de electricidad más bajas de la región, según la Agencia Internacional de la Energía.  

La Figura 1 muestra las emisiones de GEI de autobuses eléctricos y con motor de combustión interna durante su vida útil en Colombia. Las barras muestran la composición total de emisiones de GEI por fuente: fabricación del chasis y del sistema de propulsión, fabricación de la batería, mantenimiento, producción de combustible, consumo de combustible, y generación de energía eléctrica. 

Figura 1. Comparación de emisiones de GEI de autobuses de un solo cuerpo (entre 8 y 27 m) para autobuses eléctricos a batería, a gas natural y diésel durante sus vidas útiles en Colombia

Para autobuses entre 8 y 11 m, el BEB emite un 78% menos de GEI que el autobús a GNV y un 76% menos que el autobús diésel. Resultados similares se observan para los otros tamaños de autobús considerados en este análisis, con reducciones de emisiones estimadas para el BEB de 80% al 81%. En todas las categorías, los autobuses a GNV emiten más emisiones que los autobuses diésel, y las diferencias se amplían a medida que los autobuses se hacen más grandes: las emisiones del autobús a GNV son 9% superiores a las del autobús diésel en la categoría de 8–11 m, 21% en la de 12–15 m, 28% en la de 18 m y 31% en la de 27 m. 

Colombia se ha comprometido a reducir sus emisiones de GEI en un 51% para el 2030, como parte de su camino hacia la carbono neutralidad en el año 2050. Para alcanzar estos objetivos, será necesario realizar esfuerzos constantes para reducir las emisiones del sector transporte. Los análisis de emisiones del ciclo de vida, como el que se presenta aquí, son herramientas clave para comprender las fuentes actuales de emisiones y evaluar los beneficios de la transición a tecnologías de cero emisiones. Con esta información, las autoridades pueden diseñar políticas específicas y efectivas para reducir las emisiones del transporte por carretera y contribuir al cumplimiento de las metas climáticas del país. 

Este blog forma parte del trabajo que realizamos en el marco de la Iniciativa ZEBRA.  

Author

Helmer Acevedo
Researcher (Consultant)

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Avances de calidad de combustible y estándares de eficiencia energética para vehículos https://theicct.org/vid-avances-de-calidad-de-combustible-y-estandares-de-eficiencia-energetica-para-vehiculos/ Wed, 28 May 2025 21:01:59 +0000 https://theicct.org/?p=63219 The post Avances de calidad de combustible y estándares de eficiencia energética para vehículos appeared first on International Council on Clean Transportation.

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Monitor del mercado de autobuses eléctricos en América Latina https://theicct.org/publication/es-latin-america-e-bus-market-monitor-2024-may25/ Tue, 20 May 2025 15:13:05 +0000 https://theicct.org/?post_type=publication&p=62586 Presenta una visión general del despliegue de autobuses eléctricos en América Latina en 2024, con un enfoque en Brasil, Chile, Colombia y México.

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La flota de autobuses eléctricos en América Latina alcanzó los 6.055 vehículos al cierre de 2024, lo que representa un aumento del 13% en comparación con el año anterior. La flota creció sustancialmente desde 2017—cuando constaba de apenas 801 vehículos, casi todos trolebuses—con una tasa de crecimiento promedio del 33,5% anual. Este crecimiento fue impulsado inicialmente por la incorporación de autobuses eléctricos a batería (BEB, por sus siglas en inglés) en Chile y Colombia, seguidos por Brasil y México. La flota de trolebuses, concentrada principalmente en Brasil y México, mostró una expansión más limitada, aunque todavía representó el 17% del total de autobuses eléctricos en América Latina en 2024.

Mayores flotas, por ciudad

Los autobuses eléctricos en América Latina están concentrados en unas pocas ciudades. Santiago y Bogotá representan más del 65% de la flota eléctrica en operación en la región. Aproximadamente el 72% de los BEB adquiridos en 2024 operan en Santiago (34%), São Paulo (30%) y Ciudad de México (8%).

Los trolebuses representan el 100% de la flota de autobuses eléctricos en Quito, el 73% en Ciudad de México y el 44% en São Paulo. En cambio, Santiago y Bogotá cuentan exclusivamente con BEB en operación.

Figure 2. Flota de autobuses eléctricos por ciudad, 2024

Emisiones del ciclo de vida

Los autobuses con motor de combustión interna (ICEB) generan, en promedio, el doble de emisiones de gases de efecto invernadero (GEI) a lo largo de su ciclo de vida que los trolebuses, y entre 3 y 4 veces más que los BEB.
Las características de cada país influyen en las emisiones por vehículo, especialmente en el caso de los autobuses eléctricos: los BEB que operan en México y Chile emiten entre 1,2 a 2 veces más que vehículos equivalentes en Colombia o Brasil, debido a las diferentes intensidades de carbono de las redes eléctricas en estos países.

Considerando el tamaño de autobús más frecuente en América Latina (12–15 m), los BEB en Colombia y Brasil emiten un 78,3% y un 77,2% menos de GEI que los ICEB, respectivamente. En México, la reducción de emisiones en comparación con los autobuses ICE es similar para los BEB (65,7%) y los trolebuses (62,6%); en Chile, por otro lado, los BEB emiten un 68,8% menos que los autobuses ICE, mientras que los trolebuses logran una reducción más modesta, del 25,5%. En promedio, en el resto de los países, los BEB generan un 70,7% menos emisiones que los autobuses ICE.

Figure 3. Comparación de las emisiones del ciclo de vida de autobuses de 12–15 m, por país

Fabricantes de autobuses eléctricos por país

De 2018 a 2024, BYD fue el mayor proveedor de autobuses eléctricos en América Latina, con 2.606 unidades vendidas—43,7% de la flota regional— principalmente en Colombia y Chile. Le siguieron Foton, con 1.404 autobuses vendidos casi exclusivamente en Chile, y Yutong, con 890 unidades concentradas principalmente en México y Chile. La empresa brasileña Eletra comercializó 477 vehículos, entre BEB y trolebuses, todos en Brasil.

KingLong (72 unidades), Zhongtong (70), Sunwin (64) y Mercedes-Benz (62) completan el grupo de los ocho principales proveedores de autobuses eléctricos en la región durante este período. Otros fabricantes representaron 472 autobuses eléctricos, equivalentes al 7,8% de la flota total.

De los 6.055 autobuses eléctricos incorporados en la región desde 2018, 5.147 vehículos—equivalentes al 85% de la flota—fueron suministrados por fabricantes chinos. Los fabricantes latinoamericanos Eletra, Marcopolo (Brasil) y DINA (México) aportaron un total de 545 vehículos, o el 9% de la flota. Por su parte, los fabricantes europeos, en conjunto, suministraron 114 autobuses, lo que representa el 1,9% de la flota.

Figure 4. Distribución de los autobuses eléctricos en América Latina adquiridos desde 2018 por fabricante (a la izquierda), país (en el centro) y tipo de autobús (a la derecha)

Definiciones y fuentes de datos

Los datos presentados se obtuvieron del E-BUS RADAR (ebusradar.org), una plataforma mantenida por la alianza Zero Emission Bus Rapid-deployment Accelerator (ZEBRA), con el apoyo del Instituto Clima e Sociedade. En diciembre de 2024, E-BUS RADAR había mapeado más de 6.000 autobuses eléctricos en América Latina, abarcando 12 países y 55 ciudades.

Los métodos utilizados para calcular las emisiones del ciclo de vida se presentan en Ana Beatriz Rebouças y André Cieplinski, Cuantificando las emisiones evitadas de gases de efecto invernadero por e-bus en América Latina: Una metodología simplificada de evaluación del ciclo de vida (International Council on Clean Transportation, 2024), https://theicct.org/publication/es-quantifying-avoided-ghg-emissions-by-e-buses-in-latin-america-a-simplified-life-cycle-assessment-methodology-aug24/.

Autobuses eléctricos incluyen tanto los autobuses eléctricos a batería como los trolebuses.

Autobuses eléctricos a batería son aquellos movidos por uno o más motores eléctricos, con paquetes de baterías a bordo.

Trolebuses son autobuses eléctricos movidos por uno o más motores eléctricos que reciben energía mediante un sistema de cableado aéreo; pueden o no contar con baterías a bordo.

Autobuses con motor de combustión interna son vehículos propulsados por un motor de combustión alimentado con diésel o gas natural comprimido.

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Monitoramento do mercado de ônibus elétricos na América Latina (2024) https://theicct.org/publication/pt-latin-america-e-bus-market-monitor-2024-may25/ Tue, 20 May 2025 14:57:45 +0000 https://theicct.org/?post_type=publication&p=62574 Apresenta uma visão geral da implementação de frotas de ônibus elétricos na América Latina em 2024, com foco no Brasil, Chile, Colômbia e México.

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A frota de ônibus elétricos (e-bus) da América Latina atingiu 6.055 veículos ao final de 2024, um aumento de 13% em relação ao ano anterior. A frota cresceu substancialmente desde 2017—quando era composta por apenas 801 veículos, quase todos trólebus—com uma taxa média de crescimento de 33,5% ao ano. Esse crescimento foi inicialmente impulsionado pela introdução de ônibus elétricos a bateria (BEBs) no Chile e na Colômbia, seguidos por Brasil e México. A frota de trólebus, concentrada no Brasil e no México, se expandiu de maneira mais limitada, mas ainda representava 17% de todos os ônibus elétricos na América Latina em 2024.

Maiores frotas, por cidade

Os ônibus elétricos na América Latina se concentram em poucas cidades. Santiago e Bogotá correspondem a mais de 65% da frota de ônibus elétricos em operação na região.

Aproximadamente 72% dos BEBs adquiridos em 2024 operam em Santiago (34%), São Paulo (30%) e Cidade do México (8%). Os trólebus representam 100% da frota de ônibus elétricos no Quito, 73% na Cidade do México e 44% em São Paulo. Santiago e Bogotá apresentam apenas BEBs em operação.

Figure 2. Frotas de ônibus elétricos por cidade, 2024

Emissões de ciclo de vida

Ônibus movidos à combustão interna (ICEBs) produzem, em média, 2 vezes mais emissões de gases de efeito estufa (GHG) ao longo do ciclo de vida do que os trólebus, e 3-4 vezes mais do que os BEBs. As emissões por veículo são influenciadas pelas particularidades de cada país, especialmente no caso de ônibus elétricos: BEBs operando no México e no Chile emitem de 1,2 a 2 vezes mais do que veículos equivalentes na Colômbia ou no Brasil, devido às diferentes intensidades de carbono das redes elétricas nesses países.

Considerando o tamanho de ônibus mais frequente na América Latina (12–15 m), BEBs na Colômbia e no Brasil emitem 78,3% e 77,2% menos GHG do que os ICEBs, respectivamente. No México, as reduções de emissões em relação aos ônibus ICE são comparáveis para os BEBs (-65,7%) e para os trólebus (-62,6%); no Chile, por outro lado, os BEBs emitem 68,8% menos do que os ônibus ICE, enquanto os trólebus alcançam uma redução mais modesta de 25,5%. Em média, nos demais países, os BEBs emitem 70,7% menos do que os ônibus ICE.

Figure 3. Comparação das emissões do ciclo de vida de ônibus de 12–15 m, por país

Fornecedores de ônibus elétricos por país

De 2018 a 2024, a BYD foi o maior fornecedor de e-bus para a América Latina, com 2.606 ônibus—43,7% da frota regional—vendidos predominantemente na Colômbia e no Chile. Em seguida ficou a Foton, com 1.404 ônibus vendidos quase exclusivamente no Chile, e a Yutong, cujos 890 ônibus se concentraram principalmente no México e no Chile.

A empresa brasileira Eletra vendeu 477 BEB e trolebus durante o período, todos no Brasil. KingLong (72 e-bus), Zhongtong (70), Sunwin (64) e Mercedes-Benz (62) completaram o grupo dos oito principais fornecedores para a região entre 2018 e 2024. Outros fabricantes foram responsáveis por 472 ônibus elétricos, ou 7,8% da frota.

Dos 6.055 e-bus na região desde 2018, 5.147 veículos—85% da frota—foram fornecidos por fabricantes chineses. Os fabricantes latino-americanos Eletra, Marcopolo (Brasil) e DINA (México) foram responsáveis por 545 veículos, ou 9% da frota. Fabricantes europeus, em conjunto, forneceram 114 ônibus, ou 1,9% da frota.

Figure 4. Distribuição dos ônibus elétricos da América Latina adquiridos desde 2018 por fabricante (à esquerda), país (ao centro) e tipo de ônibus (à direita)

Definições e fontes de dados

Os dados foram adquiridos a partir do E-BUS RADAR (ebusradar.org), mantido pela parceria Zero Emission Bus Rapid-deployment Accelerator (ZEBRA) com o apoio do Instituto Clima e Sociedade. Em dezembro de 2024, o E-BUS RADAR mapeou mais de 6.000 e-bus na América Latina, abrangendo 12 países e 55 cidades.

Os métodos para calcular as emissões do ciclo de vida estão apresentados em Ana Beatriz Rebouças e André Cieplinski, Quantificação das emissões de gases de efeito estufa evitadas por ônibus elétricos na América Latina: uma metodologia simplificada de avaliação do ciclo de vida (International Council on Clean Transportation, 2024), https://theicct.org/publication/pt-quantifying-avoided-ghg-emissions-by-e-buses-in-latin-america-aug24/.

Ônibus elétricos incluem tanto os ônibus elétricos a bateria quanto os trólebus.

Ônibus elétricos à bateria são aqueles movidos por motor(es) elétrico(s) com pacotes de baterias a bordo.

Trólebus são ônibus elétricos movidos por motor(es) elétrico(s) com energia obtida por meio de um cabo aéreo; podem ou não ter pacotes de baterias a bordo.

Ônibus movidos à combustão interna são movidos por um motor de combustão alimentado por diesel ou gás natural comprimido.

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Latin America e-bus market monitor (2024) https://theicct.org/publication/latin-america-ebus-market-monitor-2024-may25/ Tue, 20 May 2025 14:40:46 +0000 https://theicct.org/?post_type=publication&p=60733 Presents an overview of electric bus deployment across Latin America in 2024, focusing on Brazil, Chile, Colombia, and Mexico.

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Latin America’s electric bus (e-bus) fleet reached 6,055 vehicles at the end of 2024, an increase of 13% from the year prior. The fleet has grown substantially since 2017—when it comprised just 801 vehicles, nearly all trolleybuses—and the average growth rate has been 33.5% per year. This growth was initially boosted by the introduction of battery electric buses (BEBs) in Chile and Colombia, followed by Brazil and Mexico. The trolleybus fleet, concentrated in Brazil and Mexico, has had a more limited expansion, but still was 17% of all e-buses in Latin America in 2024.

Figure 1. Evolution of Latin America’s e-bus fleet by year and country, 2017–2024

Major E-bus cities

E-buses in Latin America are concentrated in a few cities. Santiago and Bogotá account for over 65% of the region’s e-bus fleet. Approximately 72% of new BEBs added in 2024 were deployed in Santiago (34%), São Paulo (30%), and Mexico City (8%). Trolleybuses represent 100% of the e-bus fleet in Quito, 73% in Mexico City, and 44% in São Paulo. Santiago and Bogotá have only BEBs in operation.

Figure 2. E-bus fleet by city, 2024

Life-cycle emissions

Internal combustion engine buses (ICEBs) produce, on average, 2 times more greenhouse gas (GHG) emissions than trolleybuses and 3–4 times more than BEBs.

Country characteristics influence emissions per vehicle, especially for electric buses: BEBs operating in Mexico and Chile emit 1.2–2 times more than equivalent vehicles in Colombia or Brazil due to different carbon intensities of the electric grids in these countries.

Considering the most common bus size in Latin America (12–15 m), BEBs in Colombia and Brazil emit 78.3% and 77.2% less GHG than ICEBs, respectively. In Mexico, emission reductions relative to ICEBs are comparable for BEBs (65.7%) and trolleybuses (62.6%); in Chile, by contrast, BEBs emit 68.8% less than ICEBs while trolleybuses achieve a more modest reduction of 25.5%. On average, in all other countries, BEBs emit 70.7% less than ICEBs.

Figure 3. Comparison of life-cycle emissions of 12–15m buses, by country

E-bus manufacturers by country

From 2018 through 2024, BYD was the largest supplier of e-buses to Latin America, with 2,606 buses—43.7% of the regional fleet—sold mostly in Colombia and Chile. This was followed by Foton, with 1,404 buses sold almost exclusively in Chile, and Yutong, whose 890 buses were concentrated mainly in Mexico and Chile. Brazilian company Eletra sold 477 BEBs and trolleybuses over the period, all in Brazil.

KingLong (72 e-buses), Zhongtong (70), Sunwin (64), and Mercedes-Benz (62) rounded out the top eight suppliers to the region between 2018 and 2024. Other manufacturers were responsible for 472 e-buses, or 7.8% of the fleet.

Of the 6,055 e-buses deployed in the region since 2018, 5,147 vehicles—85% of the fleet—were supplied by Chinese manufacturers. Latin American manufacturers Eletra, Marcopolo (Brazil), and DINA (Mexico) were responsible for 545 vehicles, or 9% of the fleet. European manufacturers combined supplied 114 buses, or 1.9% of the fleet.

Figure 4. Distribution of Latin America’s e-buses acquired since 2018 by manufacturer (left), country (center), and bus type (right)

Definitions and data sources

Data were retrieved from E-BUS RADAR (ebusradar.org), which is maintained by the Zero Emission Bus Rapid-deployment Accelerator (ZEBRA) partnership with support from Instituto Clima e Sociedade. As of December 2024, E-BUS RADAR had mapped over 6,000 e-buses in Latin America, covering 12 countries and 55 cities.

The methods to calculate life-cycle emissions are presented in Ana Beatriz Rebouças and André Cieplinski, Quantifying avoided greenhouse gas emissions by e-buses in Latin America: A simplified life-cycle assessment methodology (International Council on Clean Transportation, 2024), https://theicct.org/ publication/quantifying-avoided-ghg-emissions-by-e-buses-in-latin-america-a-simplified-life-cycle-assessment-methodology-aug24/.

Electric buses include both battery electric buses and trolleybuses.

Battery electric buses are electric buses propelled by electric motor(s) with on-board battery packs.

Trolleybuses are electric buses propelled by electric motor(s) with energy obtained from an overhead cable; they may or may not have on-board battery packs.

Internal combustion engine buses are propelled by a combustion engine fueled by diesel or compressed natural gas.

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Aligning Colombia’s fuel efficiency standards with ZEV targets to meet Paris climate commitments https://theicct.org/aligning-colombias-fuel-efficiency-standards-with-zev-targets-to-meet-paris-climate-commitments-apr25/ Fri, 18 Apr 2025 04:04:32 +0000 https://theicct.org/?p=58361 Colombia has the potential to lead the decarbonization of road transport in Latin America. However, the country must first close the gap between its commitments related to zero-emission vehicle adoption and its current policies.

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In 2021, Colombia’s Nationally Determined Contribution (NDC) under the Paris Agreement became legally binding with the passage of Law 2169, which commits the country to reducing carbon dioxide (CO2) equivalent emissions by 51% from the projected baseline by 2030 and to achieving carbon neutrality by mid-century. Meeting these goals will require significant reductions in emissions from transportation, which currently accounts for nearly 40% of Colombia’s final energy consumption.

Accelerated adoption of zero-emission vehicles (ZEVs) and improved internal combustion engine (ICE) vehicle efficiency are key levers to decarbonize road transport. Here we’ll unpack the findings of a recent global study by the ICCT on the pace of the ZEV transition and highlight implications for Colombia’s policies.

We analyzed three scenarios for Colombia’s road transport emissions. The Baseline scenario reflects current policies, including Colombia’s 2019 legislation, Law 1972, which mandates Euro VI-equivalent standards for new medium- and heavy-duty vehicles from 2023 onward, and Law 1964, which requires all urban bus purchases to be ZEVs by 2035. The Momentum scenario incorporates Colombia’s international commitments to the ZEV Declaration (100% ZEV sales for light-duty vehicles by 2035) and the Global MOU on Zero-Emission Medium and Heavy-Duty Vehicles (30% ZEV sales for buses and trucks by 2030, and 100% by 2040); fulfilling these commitments would also achieve Colombia’s target of putting 600,000 electric vehicles on the road by 2030. The Ambitious scenario is a Paris-aligned scenario for global ZEV uptake; in the case of Colombia, it extends the Momentum scenario by accelerating electrification of two- and three-wheelers, segments that have seen exponential growth in ICE vehicles in recent years.

The good news is that Colombia’s ZEV ambitions for light- and heavy-duty vehicles are already Paris-aligned, as shown in the close alignment of the Momentum and Ambitious scenarios (Figure 1). However, projected ZEV uptake in the Baseline scenario, which reflects regulations currently in place, would fall far short of Colombia’s ZEV goals. This underscores the need for further policy action to close this “regulatory gap” and support fully achieving Colombia’s ambitions.

Figure 1. Sales shares of ZEVs in Colombia by vehicle type in the Baseline, Momentum, and Ambitious scenarios, 2020–2050
Note: Shares in the Momentum and Ambitious scenarios are the same for all vehicle types except for two- and three-wheelers.
Figure 2 shows the implications of these ZEV trajectories for road transport CO2 emissions in Colombia. In the Baseline scenario, tank-to-wheel emissions increase by nearly 70% over current levels by 2050. Cumulative CO2 emissions through 2050 would reach 1,352 million tonnes (Mt) and put carbon neutrality by 2050 out of reach. The Momentum scenario could reduce CO2 emissions by 80% in 2050 compared with the Baseline, and the Ambitious scenario would deliver an additional 21 Mt of cumulative CO2 reductions by accelerating the electrification of two- and three-wheelers.
Figure 2. Road transport CO2 mitigation potential of the Momentum and Ambitious scenarios in Colombia

These projections further illustrate the “regulatory gap” between announced commitments and adopted policies. When considering the need for additional action to realize Colombia’s climate ambitions, a critical missing element is supply-side regulations (SSRs). These are important policy tools because they set the future direction of the market for all automakers and in doing so provide the confidence for investments in new technology and infrastructure. SSRs can take the form of fuel efficiency standards, CO2 standards, or ZEV regulations. Of these three options, a ZEV regulation could be developed quickly and would be easier to implement than fuel efficiency or CO2 standards. However, ZEV regulations are not currently under discussion in Colombia, whereas fuel efficiency standards are actively being considered.

Although fuel efficiency standards are more complicated to implement than a ZEV regulation, they could be designed to meet Colombia’s ZEV targets while still providing an incentive for cost-effective ICE efficiency improvements. The European Union’s CO2 standards for cars and vans and heavy-duty vehicles are examples of SSRs that are stringent enough to accelerate ZEV uptake while allowing automakers the flexibility to deploy ICE technologies to help meet the targets as they ramp up ZEV uptake. If Colombia adopts fuel efficiency standards, it’s crucial to ensure these are stringent enough to meet its ZEV goals; setting weak standards that achieve only incremental ICE improvements or provide generous credits for ZEVs would leave a substantial regulatory gap.

Two-wheeler electrification represents an additional opportunity, as Colombia has not yet established targets for 100% ZEV sales as it has done for light- and heavy-duty vehicles. A ZEV regulation would be a logical choice for this rapidly growing segment as it could be electrified quickly if manufacturers offer competitively priced electric models.

The Colombian government has established four strategic axes for decarbonizing transportation: public policies, sustainable mobility and smart cities, reindustrialization of mobility, and multimodality. In addition to reducing emissions, implementing well-designed SSRs would also support Colombia’s reindustrialization agenda by providing market confidence and driving investments in vehicle supply and charging infrastructure. With decisive policy action, Colombia could become a leader in transportation decarbonization in Latin America while realizing the economic, environmental, and public health benefits of a cleaner vehicle fleet.

Authors

Oscar Delgado
Heavy-Duty Vehicles Program Director, Latin America and India

Jacob Teter
Consultant

Josh Miller
Director of Modeling, Monitoring, and Evaluation and Director of Program Services

Helmer Acevedo
Research Consultant

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La alineación de los estándares de eficiencia de combustible en Colombia con las metas ZEV para cumplir con el Acuerdo de París https://theicct.org/la-alineacion-de-los-estandares-de-eficiencia-de-combustible-en-colombia-con-las-metas-zev-para-cumplir-con-el-acuerdo-de-paris-apr25/ Fri, 18 Apr 2025 04:01:34 +0000 https://theicct.org/?p=59797 Colombia tiene el potencial de liderar la descarbonización del transporte por carretera en América Latina. Sin embargo, el país primero debe reducir la brecha entre sus compromisos relacionados a la adopción de vehículos de cero emisiones y sus políticas actuales.

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En 2021, la Contribución Determinada a Nivel Nacional (NDC, del inglés National Determined Contribution) de Colombia, bajo el Acuerdo de París, se volvió jurídicamente vinculante con la aprobación de la Ley 2169, que compromete al país a reducir las emisiones equivalentes de dióxido de carbono (CO2) en un 51% en referencia a la línea base proyectada hacia el año 2030 y lograr la neutralidad del carbono para mitad de siglo. Cumplir estas metas requerirá reducir significativamente las emisiones del transporte, que actualmente representa cerca del 40% del consumo final de la energía en Colombia.

La adopción acelerada de vehículos de cero emisiones (ZEV, de zero-emission vehicles) y la implementación de estándares de eficiencia energética de los vehículos con motor de combustión interna (ICE, de internal combustion engine) son medidas fundamentales para descarbonizar el transporte de carretera. Aquí desglosaremos los hallazgos de un reciente estudio global hecho por el ICCT en la vía de la transición hacia los ZEV y resaltaremos sus implicaciones en las políticas públicas colombianas.

Analizamos tres escenarios respecto a las emisiones del transporte de carretera colombiano. El escenario Línea Base refleja las políticas actuales, incluyendo dos medidas clave del año 2019: la Ley 1972, que decreta estándares de emisiones equivalentes a los establecidos en la normativa Euro VI para vehículos medianos y ligeros a partir de 2023, y la Ley 1964, que requiere que todos los autobuses urbanos sean ZEV para 2035. El escenario Momentum incorpora los compromisos internacionales de Colombia en la Declaración ZEV (100% de ventas de ZEV para los vehículos ligeros en 2035) y al Memorando de Entendimiento Global (30% de ventas de ZEV para autobuses y camiones en 2030, y 100% en 2040). Cumplir estos compromisos también lograría la meta que tiene Colombia de colocar 600,000 vehículos eléctricos en carreteras para el año 2030. El escenario Ambicioso está alineado con el Acuerdo de París en el despliegue global de los ZEV; en el caso colombiano, este escenario extiende el del Momentum mediante la electrificación de motocicletas, que han crecido exponencialmente en los años recientes.

La buena noticia es que las ambiciones que tiene Colombia respecto a los vehículos ligeros y pesados ZEV están ya alineados con París, como lo muestra la cercanía de los escenarios Momentum y Ambicioso (Figura 1). Sin embargo, la incorporación de ZEV proyectada en el escenario Línea Base, que refleja las actuales regulaciones, sería insuficiente ante las metas de ZEV que tiene Colombia. Esto subraya la necesidad de políticas adicionales para cerrar la “brecha regulatoria” y apoyar el cumplimiento de las ambiciones de Columbia.

Figura 1. Participación en ventas de ZEV en Colombia por tipo de vehículo en los escenarios Línea Base, Momentum y Ambicioso, 2020–2050
Nota: Las acciones en los escenarios Momentum y Ambicioso son los mismos para todos los tipos de vehículos con excepción de motocicletas.

La Figura 2 muestra las implicaciones de estas trayectorias de penetración de ZEV en las emisiones de CO2 del transporte de carretera en Colombia. En el escenario Línea Base, las emisiones del tanque a la rueda incrementan cerca de un 70% sobre los niveles actuales para 2050. Las emisiones acumuladas de CO2 hacia 2050 alcanzarían 1,352 millones de toneladas y colocarían la meta de neutralidad de carbono fuera de alcance. El escenario Momentum reduciría las emisiones de CO2 en un 80% en 2050, en comparación con el Línea Base, y el Ambicioso entregaría reducciones adicionales de 21 millones de toneladas de CO2 acumulados con la electrificación de motocicletas.

Figura 2. La mitigación potencial de CO2 en transporte de carretera de los escenarios Línea Base, Momentum y Ambicioso en Colombia

Estas proyecciones ilustran la “brecha regulatoria” entre los compromisos anunciados y las políticas adoptadas. Al considerar la necesidad de acciones adicionales para lograr las ambiciones climáticas de Colombia, las regulaciones del lado de la oferta (SSR, de supply-side regulations) son un elemento faltante y crítico. Éstas son herramientas importantes para elaborar políticas, pues orientan el mercado de los fabricantes de vehículos y, al hacerlo, generan confianza para las inversiones en nuevas tecnologías e infraestructura. Las SSR pueden tomar la forma de estándares de eficiencia energética, estándares de CO2 o regulaciones en los requisitos de venta de ZEV. De estas tres opciones, una regulación de ventas de ZEV puede desarrollarse rápidamente y sería más fácil de ejecutar que los estándares de eficiencia energética o de CO2. Sin embargo, las regulaciones de ventas de ZEV no están actualmente en discusión en Colombia, mientras que los estándares de eficiencia energética están siendo activamente considerados.

Aunque los estándares de eficiencia energética son más complicados de ejecutar que una regulación de ventas de ZEV, pueden diseñarse para cumplir las metas de ventas de ZEV de Colombia al tiempo que estimulen mejoras costo-efectivas de eficiencia de ICE. Los estándares de CO2 de la Unión Europea para automóviles y camionetas y vehículos pesados son ejemplos de SSR suficientemente estrictos como para acelerar el despliegue de ZEV y permitir a los fabricantes de vehículos el uso de tecnologías ICE que ayuden a lograr las metas y refuercen el despliegue de ZEV. Si Colombia adopta estándares de eficiencia energética, es crucial asegurar que éstos sean lo suficientemente rigurosos para lograr sus metas de penetración de ZEV. Establecer estándares poco ambiciosos que consigan sólo mejoras esporádicas en los ICE, o provean créditos generosos para los ZEV, dejaría una brecha regulatoria sustancial.

La electrificación de motocicletas representa una oportunidad adicional, pues Colombia aún no ha establecido metas para el 100% de ventas de ZEV, como ya lo ha hecho con vehículos ligeros y pesados. Una regulación de ventas de ZEV sería una opción lógica para este segmento en rápido crecimiento, puesto que puede ser electrificado rápidamente si las empresas ensambladoras locales e importadores ofrecieran modelos eléctricos a precios competitivos.

El gobierno colombiano ha establecido cuatro ejes estratégicos para la descarbonización del transporte: políticas públicas; movilidad sostenible y ciudades inteligentes; reindustrialización de la movilidad, y la multimodalidad. Adicionalmente a la reducción de emisiones, ejecutar SSR bien diseñadas daría soporte a la agenda de reindustrialización de Colombia, dando confianza a los mercados y orientando inversiones en suministros de vehículos e infraestructura de carga. Con acciones decisivas en políticas públicas, Colombia puede convertirse en líder de la descarbonización del transporte en América Latina y gozar de los beneficios económicos, ambientales y de salud pública que conlleva tener vehículos más limpios.

Autores

Oscar Delgado
Director del Programa de Vehículos Pesados, América Latina e India

Jacob Teter
Consultor

Josh Miller
Director de Modelización, Seguimiento y Evaluación y Director de Servicios de Programas

Helmer Acevedo
Consultor de Investigación

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Chile can help pave the way to clean transport in Latin America https://theicct.org/chile-can-help-pave-the-way-to-clean-transport-in-latin-america-mar25/ Fri, 28 Mar 2025 17:15:33 +0000 https://theicct.org/?p=58139 The post Chile can help pave the way to clean transport in Latin America appeared first on International Council on Clean Transportation.

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Chile made history when it became the first Latin American country to commit to reaching climate neutrality by 2050. The country’s Nationally Determined Contribution (NDC) under the Paris Agreement pledges to cut carbon dioxide equivalent (CO2e) emissions to 95 million tonnes (Mt) within this decade—a decrease of about 11% from 2020 levels, excluding negative emissions due to land use, land-use change, and forestry. With transportation consuming nearly 40% of final energy and two-thirds of petroleum products in the country, reducing emissions from this sector will be critical to achieving Chile’s climate targets. 

Strong policies and targets are already in place. This was highlighted in the ICCT’s recently published updated assessment of the global transition to zero-emission vehicles (ZEVs), which models vehicle sales and emissions through 2050 based on policy and market developments. We found that if Chile meets its existing and proposed vehicle targets, it would closely follow a Paris Agreement-aligned trajectory for road transport emissions compatible with limiting warming to below 2 °C.   

The report analyzed three scenarios for Chile’s road transport emissions. The Baseline scenario reflects policies adopted through August 2024, which include efficiency standards for light-duty vehicles effective from 2024 and for light commercial vehicles that will be implemented beginning in 2026. Chile’s 2022 energy efficiency law also requires that a heavy-duty vehicle efficiency standard be adopted in 2026 and be implemented starting in 2028. The Momentum scenario, meanwhile, incorporates the non-binding targets of the 2021 National Electromobility Strategy—100% ZEVs for new sales of urban buses and light-duty and light commercial vehicles by 2035 and heavy vehicles and intercity buses by 2045, as well as commitments under international agreements to accelerate ZEV adoption in the light-duty and medium- and heavy-duty segments. The third is an Ambitious scenario created by the ICCT that is aligned with the goals of the Paris Agreement; for Chile, the Momentum and Ambitious scenarios are the same for all vehicle categories except two- and three-wheelers (see Figure 1).  

Chile’s Momentum scenario is thus on pace with a Paris Agreement-aligned trajectory that envisions 100% new ZEVs across all vehicle categories by 2045 or earlier. In other words, looking ahead, Chile’s key challenge lies in achieving its defined targets and commitments rather than in setting a more ambitious pathway.  

Figure 1. Percentage of new zero-emission vehicle sales by vehicle category and scenario

How would achieving these targets and commitments position Chile relative to its overall NDC commitment? Figure 2 shows well-to-wheel (WTW) CO2 emissions in Chile in the Baseline and Momentum scenarios. In 2020, the country’s road transport sector produced around 30 Mt of CO2 emissions. In the Baseline, emissions are projected to rise by about 30% by 2030, then plateau through 2050. In contrast, the Momentum scenario projects a slight increase in emissions through 2030 that is followed by a sharp decline that results in emissions in 2050 approximately two-thirds below the 2020 level. While projected road transport emissions reductions in the Momentum scenario would not be enough to secure Chile’s NDC target of an 11% reduction in overall CO2e emissions by 2030, reducing 2050 emissions by more than 30 Mt CO2–nearly equivalent to total road transport emissions in 2020—relative to the Baseline would be a major achievement.

Figure 2. WTW CO2 road transport emissions by scenario for Chile

Chile’s efforts to reduce emissions from road transport are thus establishing a solid foundation and setting a strong example for other governments in Latin America. The country can take a couple of steps to ensure it stays on track. 

First, Chile can lock in its proposed policies and non-binding targets. This means finalizing heavy-duty vehicle fuel efficiency standards and working to ensure compliance via enforcement of these standards across all segments, including things like penalties for not meeting targets. Energy efficiency standards in transport are crucial because they offer significant and cost-effective emission reductions. 

Chile could also make its current ZEV targets legally binding and enforceable. Implementing ZEV sales requirements—even if starting with only some vehicle segments—promotes regulatory and market certainty for automakers, consumers, and charging infrastructure providers that in turn enables investments in vehicle supply and infrastructure. Furthermore, promoting interoperable charging and ensuring equal access to charging infrastructure will be key to a smooth and equitable ZEV transition in Chile.  

Complementary strategies could lead to additional CO2 savings. Examples include avoiding road vehicle activity and shifting to lower-emitting modes, accelerating the transition to clean electricity and hydrogen, and promoting uptake of advanced efficiency technologies for remaining internal combustion engine vehicle sales. When combined with an accelerated transition to ZEVs, ICCT research has found that these measures could collectively cut global cumulative CO2 from 2020 to 2050 in half compared with the total emissions projected over the same period in the Baseline scenario. 

Chile has distinguished itself as a clean transportation champion by setting ambitious emissions reduction and vehicle electrification targets. By following through with steps to achieve these commitments, it could cement its role as a regional climate leader and help pave the way for transport decarbonization throughout Latin America. 

Authors

Oscar Delgado
Heavy-Duty Vehicles Program Director, Latin America and India

Pedro Logiodice
Associate Researcher

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